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Relator do crédito emergencial para pequenas e médias empresas quer cortar juro pela metade

O relator na Câmara dos Deputados do crédito emergencial concedido a pequenas e médias empresas, Efraim Filho (DEM-PB), quer estender os prazo de carência e de pagamento e também cortar a taxa de juros pela metade.

O relator na Câmara dos Deputados do crédito emergencial concedido a pequenas e médias empresas, Efraim Filho (DEM-PB), quer estender os prazo de carência e de pagamento e também cortar a taxa de juros pela metade.

A ajuda às empresas foi anunciada em meio à pandemia do coronavírus por meio Medida Provisória 975, publicada no início de junho. Porém, o crédito aguarda regulamentação pelo governo e ainda não está disponível.

A ajuda às empresas foi anunciada em meio à pandemia do coronavírus por meio Medida Provisória 975, publicada no início de junho. Porém, o crédito aguarda regulamentação pelo governo e ainda não está disponível.

Nesta segunda-feira (21), em videoconferência pela internet, o relator falou sobre suas propostas de mudanças no texto.

Nesta segunda-feira (21), em videoconferência pela internet, o relator falou sobre suas propostas de mudanças no texto.

O deputado federal defendeu que o prazo de pagamento passe de 36 meses para 60 meses, e que o prazo de carência suba de seis para 12 meses. Na avaliação do relator, a taxa de juros de 1,2% ao mês (15% ao ano) aplicada ao crédito é considerada muito alta.

O deputado federal defendeu que o prazo de pagamento passe de 36 meses para 60 meses, e que o prazo de carência suba de seis para 12 meses. Na avaliação do relator, a taxa de juros de 1,2% ao mês (15% ao ano) aplicada ao crédito é considerada muito alta.

“Queremos uma taxa de juros de 7% a 8% ao ano, que daria a Selic [hoje em 2,25% ao ano], mais ‘spread’ de 5% ao ano. Seria um valor médio que conseguiria fazer esses R$ 80 bilhões [em crédito emergencial] chegar na ponta”, afirmou Efraim Filho. O spread é a diferença entre o que os bancos pagam para captar dinheiro e…

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