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PGR recorre da decisão que negou transformar Aroldo Cedraz em réu na Lava Jato

A coordenadora da Lava Jato na Procuradoria Geral da República, Lindôra Araújo, recorreu da decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que rejeitou transformar em réu o ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU). O recurso foi protocolado nesta quarta-feira (18).

A coordenadora da Lava Jato na Procuradoria Geral da República, Lindôra Araújo, recorreu da decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que rejeitou transformar em réu o ministro Aroldo Cedraz, do Tribunal de Contas da União (TCU). O recurso foi protocolado nesta quarta-feira (18).

Em setembro do ano passado, por maioria de votos, a turma rejeitou denúncia oferecida pela PGR por considerar que não havia elementos suficientes contra o ministro.

Em setembro do ano passado, por maioria de votos, a turma rejeitou denúncia oferecida pela PGR por considerar que não havia elementos suficientes contra o ministro.

Aroldo e o filho Tiago Cedraz foram denunciados por suposto tráfico de influência. Eles são acusados de negociar e receber dinheiro da UTC para influenciar no julgamento de processos no tribunal sobre a Usina de Angra 3. Pai e filho sempre negaram as acusações.

Aroldo e o filho Tiago Cedraz foram denunciados por suposto tráfico de influência. Eles são acusados de negociar e receber dinheiro da UTC para influenciar no julgamento de processos no tribunal sobre a Usina de Angra 3. Pai e filho sempre negaram as acusações.

No recurso, a coordenadora da Lava Jato reafirma a tese de que há elementos suficientes da fraude na denúncia.

No recurso, a coordenadora da Lava Jato reafirma a tese de que há elementos suficientes da fraude na denúncia.

“Há provas de que Aroldo Cedraz, em conluio, entre outros, com seu filho Tiago Cedraz, valeu-se de toda a estrutura e da autoridade do elevado cargo de Ministro do Tribunal de Contas da União, para obter vantagem econômica indevida.”

“Há provas de que Aroldo…

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