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Funai não acata recomendação do MPF e mantém coordenadores de grupos estratégicos do órgão

A Fundação Nacional do Índio (Funai) não acatou recomendação do Ministério Público Federal (MPF) que pedia a anulação da nomeação de dois coordenadores de grupos técnicos responsáveis por estudos de natureza antropológica no órgão.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) não acatou recomendação do Ministério Público Federal (MPF) que pedia a anulação da nomeação de dois coordenadores de grupos técnicos responsáveis por estudos de natureza antropológica no órgão.

Tratam-se de Joany Marcelo Arantes, coordenador-Geral de Promoção da Cidadania da Funai, e Cláudio Eduardo Badaró, responsável por Acompanhamento a Estudos e Pesquisa da Fundação.

Tratam-se de Joany Marcelo Arantes, coordenador-Geral de Promoção da Cidadania da Funai, e Cláudio Eduardo Badaró, responsável por Acompanhamento a Estudos e Pesquisa da Fundação.

Segundo o MPF, os dois não possuem formação acadêmica ou especialização nas áreas de antropologia e ciências sociais. Arantes e Badaró tampouco teriam conhecimento técnico sobre os povos Pankará e Tuxi, em Pernambuco, e Guarani Mbya, em Santa Catarina.

Segundo o MPF, os dois não possuem formação acadêmica ou especialização nas áreas de antropologia e ciências sociais. Arantes e Badaró tampouco teriam conhecimento técnico sobre os povos Pankará e Tuxi, em Pernambuco, e Guarani Mbya, em Santa Catarina.

Os dois povos indígenas reivindicam delimitação de áreas. Os estudos estão sendo realizados pelos grupos técnicos liderados pelos dois coordenadores.

Os dois povos indígenas reivindicam delimitação de áreas. Os estudos estão sendo realizados pelos grupos técnicos liderados pelos dois coordenadores.

De acordo com o órgão investigador, funções de coordenadores de grupos técnicos devem ser exercidas por profissionais com “sólida formação acadêmica em antropologia”.

De acordo com o órgão investigador, funções de coordenadores de grupos técnicos…

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