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'Brasil tem histórico de violência policial e preocupa', diz comissária da OEA sobre Paraisópolis

A comissária Antonia Urrejola, relatora para o Brasil na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), comentou ao blog, com exclusividade, sobre a tragédia ocorrida na favela de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, no último domingo (1).

A comissária Antonia Urrejola, relatora para o Brasil na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), comentou ao blog, com exclusividade, sobre a tragédia ocorrida na favela de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, no último domingo (1).

Durante a madrugada daquele dia, nove jovens morreram pisoteados após uma perseguição policial mal sucedida seguida de tiros.

Durante a madrugada daquele dia, nove jovens morreram pisoteados após uma perseguição policial mal sucedida seguida de tiros.

Na avaliação de Antonia Urrejola, o Brasil tem um histórico de violência policial desde o período da ditadura militar (1964-1985).

Na avaliação de Antonia Urrejola, o Brasil tem um histórico de violência policial desde o período da ditadura militar (1964-1985).

“O Brasil tem um grave padrão histórico de violência policial, desde a ditadura militar. Nunca houve uma reforma institucional do sistema de polícia desde a redemocratização”, acredita a comissária da CODH/OEA.

“O Brasil tem um grave padrão histórico de violência policial, desde a ditadura militar. Nunca houve uma reforma institucional do sistema de polícia desde a redemocratização”, acredita a comissária da CODH/OEA.

“As chacinas seguem acontecendo sempre contra a população pobre e da periferia. E infelizmente a impunidade dos agentes estatais tem sido a regra”, disse ela ao blog.

“As chacinas seguem acontecendo sempre contra a população pobre e da periferia. E infelizmente a impunidade dos agentes estatais tem sido a regra”, disse ela ao blog.

Falando em nome da CIDH/OEA,…

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