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Desembargador manda soltar empreiteiro condenado em segunda instância na Lava Jato

O desembargador Cruz Macedo, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, determinou nesta sexta-feira (8) a soltura de Sérgio Cunha Mendes, ex-vice-presidente da Mendes Júnior. A defesa do executivo apresentou o pedido também nesta sexta.

O desembargador Cruz Macedo, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, determinou nesta sexta-feira (8) a soltura de Sérgio Cunha Mendes, ex-vice-presidente da Mendes Júnior. A defesa do executivo apresentou o pedido também nesta sexta.

Na quinta-feira (7), após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que os condenados que não representam riscos à sociedade podem aguardar em liberdade o fim do processo, a defesa pediu à Vara de Execuções Penais em Brasília a libertação imediata.

Na quinta-feira (7), após o Supremo Tribunal Federal (STF) entender que os condenados que não representam riscos à sociedade podem aguardar em liberdade o fim do processo, a defesa pediu à Vara de Execuções Penais em Brasília a libertação imediata.

Porém, nesta sexta (8) a juíza Leila Cury, responsável pelo caso, decidiu pedir parecer ao Ministério Público no prazo de cinco dias. O MP pode, em tese, indicar se o réu representa riscos, o que exigiria a decretação de prisão preventiva, mantendo o acusado preso mesmo com a decisão do STF.

Porém, nesta sexta (8) a juíza Leila Cury, responsável pelo caso, decidiu pedir parecer ao Ministério Público no prazo de cinco dias. O MP pode, em tese, indicar se o réu representa riscos, o que exigiria a decretação de prisão preventiva, mantendo o acusado preso mesmo com a decisão do STF.

Então, a defesa recorreu ao TJ por discordar do pedido de parecer ao MP, uma vez que o único motivo da prisão era a condenação em segunda instância. Os advogados entendem que não há razão para Mendes continuar preso se outros condenados na mesma condição estão sendo liberados.

Então, a defesa recorreu ao TJ por discordar do pedido de parecer ao MP, uma vez…

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