#chegadecorrupção

Oposição pede ao STF para Eduardo Bolsonaro ser processado por incitação e apologia ao crime

Um grupo formado por 18 deputados federais apresentou nesta quinta-feira (31) ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma notícia-crime para que o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) seja processado por improbidade, incitação e apologia ao crime.

Um grupo formado por 18 deputados federais apresentou nesta quinta-feira (31) ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma notícia-crime para que o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) seja processado por improbidade, incitação e apologia ao crime.

Mais cedo, nesta quinta, foi publicado no canal do YouTube da jornalista Leda Nagle um vídeo de uma entrevista de Eduardo na qual ele diz que, se a esquerda “radicalizar” no Brasil, a resposta pode ser “via um novo AI-5“.

Mais cedo, nesta quinta, foi publicado no canal do YouTube da jornalista Leda Nagle um vídeo de uma entrevista de Eduardo na qual ele diz que, se a esquerda “radicalizar” no Brasil, a resposta pode ser “via um novo AI-5“.

Depois, em meio à forte repercussão sobre o assunto, Eduardo disse que “talvez tenha sido infeliz” e que não há “qualquer possibilidade” de volta do AI-5.

Depois, em meio à forte repercussão sobre o assunto, Eduardo disse que “talvez tenha sido infeliz” e que não há “qualquer possibilidade” de volta do AI-5.

O Ato Institucional 5 foi assinado em 1968, no regime militar, e é considerado uma das principais medidas de repressão da ditadura.

O Ato Institucional 5 foi assinado em 1968, no regime militar, e é considerado uma das principais medidas de repressão da ditadura.

Entre as consequências do AI-5 estão o fechamento do Congresso Nacional, a retirada de direitos e garantias constitucionais, com a perseguição a jornalistas e a militantes contrários ao regime.

Entre as consequências do AI-5 estão o fechamento do Congresso Nacional, a retirada de direitos e garantias constitucionais, com a perseguição a jornalistas e a militantes contrários ao regime.

O pedido ao STF

O pedido apresentado ao Supremo foi…

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