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Cármen Lúcia critica 'pequeneza' de ação no Supremo contra Dodge por vaga de garagem

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou em decisão desta quinta-feira (19) a ação apresentada por um subprocurador-geral da República contra a ex-procuradora-geral Raquel Dodge. A ação foi movida após Dodge negar a ele uma vaga na garagem da Procuradoria Geral da República (PGR).

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou em decisão desta quinta-feira (19) a ação apresentada por um subprocurador-geral da República contra a ex-procuradora-geral Raquel Dodge. A ação foi movida após Dodge negar a ele uma vaga na garagem da Procuradoria Geral da República (PGR).

A poucos dias do fim do mandato de Dodge, o subprocurador Moacir Guimarães acionou o Supremo por considerar que Dodge teve “má vontade” ao rejeitar a vaga a um auxiliar do gabinete.

A poucos dias do fim do mandato de Dodge, o subprocurador Moacir Guimarães acionou o Supremo por considerar que Dodge teve “má vontade” ao rejeitar a vaga a um auxiliar do gabinete.

Cármen Lúcia considerou que não cabe ao Supremo decidir sobre atos administrativos da Procuradoria e frisou que “não se há deixar de considerar, inicialmente, a miudeza da questão trazida” ao STF.

Cármen Lúcia considerou que não cabe ao Supremo decidir sobre atos administrativos da Procuradoria e frisou que “não se há deixar de considerar, inicialmente, a miudeza da questão trazida” ao STF.

“Estranha a pequeneza da discussão trazida a este Supremo Tribunal, em País angustiado por problemas essenciais da vida pessoal e social dos cidadãos. A questão posta nos autos não tem, na forma nem na matéria, substância ou importância significativa a permitir que se acione o órgão de cúpula do Poder Judiciário, assoberbado por questões de gravidade nacional, com questiúncula que não precisaria sequer se apresentar em sede judicial”, afirmou a ministra.

“Estranha a pequeneza da discussão trazida a este Supremo Tribunal, em País angustiado por…

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