#chegadecorrupção

A democracia não convive com o silêncio

As multidões nas ruas do Reino Unido são um alívio. Estão protestando contra o uso dos costumes e das leis pelo primeiro-ministro para atacar a democracia. A prorrogação do parlamento é uma prerrogativa legal. Mas da maneira como fez Boris Johnson, em minoria no parlamento, com o objetivo de calar a maioria que não deseja a saída da União Europeia sem negociação (no deal Brexit), não é legítimo, nem democrático. Boris Johnson está a empurrar o regime para o terreno autoritário. Os britânicos não aceitaram calados. Nas ruas, pedem que se impeça o atentado contra a democracia e que fale o parlamento. Querem eleições para renovar um quadro político que se exauriu ainda na gestão de Theresa May.

As multidões nas ruas do Reino Unido são um alívio. Estão protestando contra o uso dos costumes e das leis pelo primeiro-ministro para atacar a democracia. A prorrogação do parlamento é uma prerrogativa legal. Mas da maneira como fez Boris Johnson, em minoria no parlamento, com o objetivo de calar a maioria que não deseja a saída da União Europeia sem negociação (no deal Brexit), não é legítimo, nem democrático. Boris Johnson está a empurrar o regime para o terreno autoritário. Os britânicos não aceitaram calados. Nas ruas, pedem que se impeça o atentado contra a democracia e que fale o parlamento. Querem eleições para renovar um quadro político que se exauriu ainda na gestão de Theresa May.

Em Hong Kong, o povo desafia o regime autoritário chinês, que dispõe tropas para ameaçá-lo e escala a repressão, com prisões e violências. Mas, a sociedade não aceita calada a progressão da incorporação de Hong Kong ao imperium chinês, que pressupõe o fim da democracia na ilha. O modelo político instalado por Xi Jinping é uma espécie de síntese entre duas formas autoritárias o confucionismo e o maoísmo.

Em Hong Kong, o povo desafia o regime autoritário chinês, que dispõe tropas para ameaçá-lo e escala a…

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