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PGR pede ao Supremo para destinar ao MEC R$ 90 milhões recuperados com delações

A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para determinar a destinação de mais de R$ 90 milhões recuperados com delações ao Ministério da Educação.

A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para determinar a destinação de mais de R$ 90 milhões recuperados com delações ao Ministério da Educação.

No pedido, a procuradora-geral, Raquel Dodge, argumenta que investir em programas da educação básica leva as crianças a desenvolverem valores éticos e morais.

No pedido, a procuradora-geral, Raquel Dodge, argumenta que investir em programas da educação básica leva as crianças a desenvolverem valores éticos e morais.

Segundo o gabinete do relator da Lava Jato, Edson Fachin, mais de R$ 310 milhões já foram recuperados por meio dos acordos de delação.

Segundo o gabinete do relator da Lava Jato, Edson Fachin, mais de R$ 310 milhões já foram recuperados por meio dos acordos de delação.

Os R$ 90 milhões aos quais a PGR se refere têm relação com os acordos de João Santana e Mônica Moura (marqueteiros); André Luís Santana Reis (funcionário do casal); e de um ex-executivo da Odebrecht.

Os R$ 90 milhões aos quais a PGR se refere têm relação com os acordos de João Santana e Mônica Moura (marqueteiros); André Luís Santana Reis (funcionário do casal); e de um ex-executivo da Odebrecht.

Segundo a procuradoria, João Santana, Mônica Moura e o funcionário devem pagar R$ 71,6 milhões, e o ex-executivo da Odebrecht, R$ 19,8 milhões.

Segundo a procuradoria, João Santana, Mônica Moura e o funcionário devem pagar R$ 71,6 milhões, e o ex-executivo da Odebrecht, R$ 19,8 milhões.

O que diz a PGR

Para Raquel Dodge, é pela educação que se “desenvolve cidadania, valores éticos e morais que refletem em mudança de comportamento e de práticas nocivas à sociedade”.

Para Raquel Dodge, é pela educação que se “desenvolve cidadania,…

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