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Advogados de Joesley dizem que imunidade de empresário é válida

Os advogados do empresário Joesley Batista alegam que os efeitos do acordo de delação da JBS ainda estão válidos e que, portanto, ele não poderia ser alvo de prisão na Operação Capitu, deflagrada nesta sexta-feira (9) pela Polícia Federal.

Os advogados do empresário Joesley Batista alegam que os efeitos do acordo de delação da JBS ainda estão válidos e que, portanto, ele não poderia ser alvo de prisão na Operação Capitu, deflagrada nesta sexta-feira (9) pela Polícia Federal.

Ao fechar o acordo de delação, Joesley negociou que não poderia ser denunciado nem sofrer medidas restritivas. Com base nisso, a defesa irá solicitar ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região a reconsideração da prisão temporária.

Ao fechar o acordo de delação, Joesley negociou que não poderia ser denunciado nem sofrer medidas restritivas. Com base nisso, a defesa irá solicitar ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região a reconsideração da prisão temporária.

Em setembro do ano passado, a Procuradoria Geral da República pediu a rescisão da delação, alegando que o empresário omitiu fatos da Justiça, como a atuação do ex-procurador Marcello Miller, que teria ajudado Joesley no processo de delação, o que é proibido pela lei.

Em setembro do ano passado, a Procuradoria Geral da República pediu a rescisão da delação, alegando que o empresário omitiu fatos da Justiça, como a atuação do ex-procurador Marcello Miller, que teria ajudado Joesley no processo de delação, o que é proibido pela lei.

Com base nessas informações novas, o ministro relator do caso no STF, Edson Fachin, decretou a prisão do empresário. Para os advogados, aquela prisão foi decretada em razão de fatos “estranhos” à delação e que portanto não estavam protegidos pelo acordo, assim como no caso da prisão por “insider trading”.

Com base nessas informações novas, o ministro relator do caso no STF, Edson Fachin, decretou a prisão do empresário….

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