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Proposta dos economistas dos presidenciáveis para 5 temas: contas públicas

As contas públicas se tornaram uma das principais dificuldades da economia brasileira, com o país gastando mais do que arrecada e enfrentando dificuldades para promover as medidas de ajuste fiscal. O G1 ouviu as opiniões dos assessores econômicos dos candidatos à Presidência sobre esse tema (veja mais abaixo).

As contas públicas se tornaram uma das principais dificuldades da economia brasileira, com o país gastando mais do que arrecada e enfrentando dificuldades para promover as medidas de ajuste fiscal. O G1 ouviu as opiniões dos assessores econômicos dos candidatos à Presidência sobre esse tema (veja mais abaixo).

Três perguntas sobre contas públicas

Acha preciso aumentar impostos? Pretende cortar gastos? É a favor da redução de subsídios?
Guilherme Mello (Fernando Haddad – PT) Sim, diz que irá criar alíquota de IR para rendas muito altas e imposto sobre lucros e dividendos Sim, diz que ‘gasto público precisa ser o mais eficiente possível’ Sim, diz que vai rever subsídios
Marco Bonomo (Marina Silva – Rede) Não Sim, além do corte em desonerações, defende promover um conjunto de medidas numa reforma do Estado Sim, diz que irá levar as desonerações tributárias para 2% do PIB
Nelson Marconi (Ciro Gomes – PDT) Sim, imposto sobre lucros e dividendos e sobre heranças Sim, defende passar um ‘pente-fino’ em todo governo Sim, diz que irá promover um corte de 15%
Paulo Guedes (Jair Bolsonaro – PSL) Não, defende a redução Sim. Diz que é mais importante ‘não deixar crescer’, mas defende corte de despesas com pessoal Sim, diz que não deve haver subsídios para setores específicos
Persio Arida (Geraldo Alckmin – PSDB) Não, diz que novos impostos só devem ser criados se forem compensados com baixa de outros já existentes Sim, incluindo corte de ministérios, para corrigir ‘ineficiência da máquina pública’ Sim, defende a revisão de subsídios que não ‘fizerem sentido’

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