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Propostas sobre corrupção são genéricas

Dos 13 candidatos à Presidência da República, 11 apresentaram tópicos sobre o tema; analistas apontam fragilidades nos programas

Exigência de ficha limpa para servidores, fim das indicações políticas em ministérios e estatais, redução do foro privilegiado, veto à reeleição e mudanças de regras nas delações premiadas. Essas são algumas das propostas sobre o tema corrupção dos candidatos à Presidência da República nas eleições 2018 registradas nas diretrizes de seus planos de governo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dos 13 presidenciáveis, 11 apresentaram tópicos para o tema. Especialistas ouvidos pelo Estado avaliam que o tema foi tratado genericamente pela maioria dos candidatos.

A pedido do Estado, um membro do Ministério Público Federal da força-tarefa da Operação Lava Jato, um professor de Direito Administrativo especialista no tema e um representante de entidade da sociedade civil organizada analisaram os programas dos presidenciáveis.

Henrique Meirelles (MDB), candidato à Presidência Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

A apresentação das diretrizes de governo pelos candidatos é obrigatória pela legislação eleitoral. No caso do enfrentamento à corrupção, apenas os programas de Henrique Meirelles (MDB) e Cabo Daciolo (Patriota) não tratam diretamente do assunto. A assessoria do ex-ministro da Fazenda declarou “todo apoio à Lava Jato” e disse que “o combate à corrupção é uma prioridade absoluta e deve acontecer de forma permanente, independentemente de plano de governo”. O presidenciável do Patriota foi procurado pela reportagem, mas não respondeu.

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