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Financiamento Coletivo nas Eleições: como funciona?

A partir de 2017, com a Reforma Política, se tornou possível o financiamento coletivo nas eleições. Tendo a ideia de cooperação através da famosa “vaquinha”, o financiamento coletivo é voltado para aqueles que possuem algum projeto que necessita de um volume alto de dinheiro e que, sozinho, o idealizador não conseguirá captá-lo. Já temos um conteúdo falando sobre crowdfunding, mas agora vamos tratar dessa prática nas eleições!

Geralmente o crowdfunding é feito pela internet, por meio de plataformas específicas. O criador do projeto disponibiliza informações como a meta de arrecadação e tempo, além de informações sobre o projeto. Caso a meta seja alcançada o projeto é realizado, caso ocorra o contrário, o dinheiro volta para o doador. Bem simples!

São vários os exemplos de empresas conhecidas internacionalmente que fizeram ou fazem uso do financiamento coletivo, a própria Wikipedia é uma delas! As novas startups fazem muito o uso desta ferramenta, mas o leque de projetos possíveis é extenso. Desde a criação de uma biografia a um protótipo revolucionário de carro, por exemplo. Alguns criadores, após o desenvolvimento dos projetos, até beneficiam os doadores com brindes, descontos e afins.

A ideia de financiamento coletivo nas eleições de 2018 surge para que candidatos e partidos possam captar recursos em suas campanhas. Assim como qualquer outra ferramenta, o crowdfunding possui vantagens e desvantagens, dentre elas:

  • Existe a possibilidade de utilizar cartões de débito e de crédito para doações feitas por pessoa física;
  • Possibilidade de contribuir com causas que o eleitor/doador considera nobres;
  • O dinheiro que não for usado em campanhas é devolvido ao Tesouro Nacional, que, dentre outras coisas, paga dívidas públicas
  • Não permite o uso de moedas virtuais nas transações.
  • Não é permitido o uso de nenhum tipo de moeda virtual nas doações;
  • Diferente do crowdfunding comum, os recursos obtidos que…

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