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Suplente de Senador: o parlamentar sem voto

suplente de Senador passa despercebido por muitos eleitores durante o pleito, mas tem significativa participação nas decisões políticas do país. Neste post, você conhece melhor como os suplentes são escolhidos e a polêmica envolvendo a sua existência.

INFOGRÁFICO: Quanto ganha um Senador?

A cada quatro anos os cidadãos brasileiros escolhem os parlamentares que ocuparão o Senado Federal pelos oito anos seguintes. Ok! Isso a gente já está cansado de saber. Mas o que pouca gente sabe é que junto com o Senador eleito nós escolhemos também dois suplentes, que ocuparão o cargo caso ele precise se afastar por algum motivo, como doença, morte, cassação, renúncia ou quando o Senador assume outros cargos, como o de ministro por exemplo. Esses suplentes de Senador são sempre identificados nos materiais de campanha, ainda que muitas vezes isso seja feito de forma pouco visível.

Pois bem! Cada candidato a Senador deve cadastrar, junto com a sua candidatura, o nome de dois suplentes. Contudo, nas eleições nós votamos apenas no candidato “cabeça de chapa”, isto é, o candidato que nós conhecemos durante as eleições. É exatamente por isso que o suplente de Senador é muitas vezes conhecido como “político sem voto”. Ao assumir o cargo, o suplente passa a receber todos os benefícios que acompanham um Senador, como alto salário e auxílio-moradia.

É importante lembrar que, ainda que a suplência de Senadores seja muitas vezes questionada, ela consta na Constituição Federal, que em seu artigo 46 determina que “Cada Senador será eleito com dois suplentes”. Uma das críticas a esse sistema é exatamente a falta de critérios a esse cargo, que permite muitas situações questionáveis por parte da sociedade e outros parlamentares.

Os requisitos para os suplentes são os mesmos que os dos Senadores: idade mínima de 35 anos, ser elegível de acordo com a Lei da Ficha Limpa e ser filiado a algum partido político.

Segundo dados…

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